sábado, 7 de janeiro de 2017

TALMIDIM 007

Palavra: Espírito

O Espírito do Senhor esta sobre mim.
Lucas 4.18

Jesus é um ser humano que não se explica senão por essa relação com o Espírito Santo. Jesus tinha profunda consciência de ser alguém sobre quem repousava o Espírito de Deus. Era um ser humano absolutamente rendido, aberto e sob a contínua influência do Espírito Santo. A ação de Deus Espírito Santo sobre Jesus é um dos capítulos mais importantes da Bíblia Sagrada. O nascimento do Senhor foi profetizado e anunciado pelo Espírito Santo. Jesus foi batizado, ungido, guiado ao deserto e constantemente visitado pelo Espírito Santo.

Não é possível pensar em Jesus sem pensar na obra do Espírito Santo sobre sua pessoa e obra. Mas o Espírito Santo de Deus que agia em Jesus não era uma força que vinha de fora e que o invadia. Quando Jesus, que é Deus Filho, se faz carne, ele abandona suas prerrogativas divinas, mas não abandona a perfeita comunhão e unidade com o Deus Pai e o Espírito Santo. A unidade entre Jesus e o Espírito de Deus é de tal maneira que o Espírito Santo é também chamado de Espírito de Cristo.

Isso quer dizer que Jesus era um ser humano que não oferecia absolutamente nenhum obstáculo ao Espírito Santo, nem em sua postura, nem em suas atitudes e comportamentos, e muito menos em sua natureza, que era divina. A extraordinária realidade de haver um ser humano vivendo em comunhão e sob a permanente influência do Espírito Santo é algo prometido a todos nós. Jesus disse, reiterando o que haviam dito os profetas, que o mesmo Espírito que estava derramado sobre ele seria derramado sobre toda a carne.

A vida de um discípulo de Jesus há de ser, necessariamente, uma vida sob a ministração do Espírito Santo. É isso o que faz de Jesus um Mestre diferente, e é também o que faz de seus discípulos pessoas diferentes. O discipulado de Jesus não é apenas uma troca de influência moral, transmissão de conhecimento ou sabedoria filosófica. O que está em jogo no discipulado de Jesus não é outra coisa senão a maravilhosa ação do Espírito Santo de Deus.
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Referência do texto: KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 13.
Transcrição: Deivid Liberto

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

TALMIDIM 006

Palavra: Crer

“Venha”, respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: “Homem de pequena fé, por que você duvidou?”.
Mateus 14.29-31

Um talmid de Jesus tem a ambição de ser igual a Jesus. Jesus prometeu que faria de cada um de seus talmidim alguém igual a ele. Então, nada mais natural que Pedro desejasse também andar sobre as águas. Pedro disse a Jesus: “ Bom, se você pode andar sobre as águas, eu também posso. Então basta você mandar, e eu vou ”. Muito natural. Jesus disse: “Então venha!”. E Pedro foi!

Além de Jesus, Pedro talvez tenha sido o único ser humano a andar sobre as águas. Ele andou sobre as águas. Mas quando viu o vento, começou a afundar, teve medo e gritou: “ Senhor, salva-me!”. Jesus atendeu seu pedido, mas fez a Pedro uma crítica contundente: “Homem de pequena fé, por que você duvidou?”. Impressionante. O único ser humano além de Jesus a andar sobre as águas deveria ser considerado um homem extraordinário. Mas Jesus diz que ele é um homem de pequena fé e o repreende por ter duvidado.

Do que foi que Pedro duvidou? Não foi de Jesus, não foi do poder de Jesus, não foi da autoridade de Jesus. Pedro duvidou de si mesmo. Pedro duvidou de que fosse capaz de andar sobre as águas. Isso significa que crer ou ter fé em Jesus não é apenas acreditar que ele é poderoso e pode fazer milagres. O que diferencia um discípulo de Jesus de qualquer outra pessoa é que o discípulo de Jesus não apenas crê em Jesus e em seu poder, mas crê que Jesus é capaz de transformá-lo e fazer dele alguém igualmente extraordinário.

A ambição do discípulo é ser igual a seu mestre. O que Jesus está dizendo para Pedro é: “Pedro, você duvidou, você duvidou de si mesmo. Sim, você duvidou. Na verdade, você duvidou também de mim, duvidou de que eu seria capaz de fazer de você alguém igual a mim”. Fé, portanto, tem a ver com essas duas dimensões. Fé é confiar em Jesus, fé é crer em Jesus. Mas fé é também crer que Jesus pode e quer nos transformar em pessoas exatamente iguais a ele. Fé é crer em Deus. Fé é crer que Deus acredita em você.
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Referência do texto:
KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 12.

Transcrição: Deivid Liberto

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

TALMIDIM 005

Palavra: Rendição

Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens.
Mateus 4.19

O talmid de Jesus é um aprendiz absolutamente submisso a seu Mestre. O discípulo de Jesus obedece a Jesus. Foi essa a grande lição que Pedro aprendeu — na verdade, viveu — no encontro que teve com Jesus na experiência da pesca maravilhosa. A grande questão é que quando tentamos obedecer a Jesus, percebemos, e isso acontece bem depressa, que não conseguimos obedecer completamente, e também não conseguimos obedecer a tudo o que ele manda. Na melhor das hipóteses, quando conseguimos obedecer, não conseguimos obedecer perfeitamente.

No caminho da obediência a Jesus, deparamos com nossa condição humana — com o fato de sermos como bonecos de pano diante de um ser humano de verdade. Descobrimos que não conseguimos, com nossas próprias forças e capacidades, fazer tudo o que Jesus quer que façamos, e muito menos ser tudo o que ele quer que sejamos.

Essa é a angústia, por exemplo, do apóstolo Paulo. Escrevendo aos cristãos de Roma, ele diz: “Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo. Miserável homem que eu sou!”. Essa é uma experiência humana universal e atemporal. Essa é a maneira como a Bíblia descreve a condição humana. A grande evidência de que somos semelhantes a um boneco de pano é o fato de não conseguirmos fazer uma coisa simplesmente porque sabemos que ela deve ser feita ou porque a desejamos fazer.

Essa também é a razão por que o evangelho de Jesus é uma boa notícia. O convite de Jesus é um grande alívio para todos os que desejam andar nos caminhos da vontade de Deus: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens”. É como se Jesus dissesse: “Não depende de suas forças, não é algo que depende de sua capacidade, venha comigo e eu, Jesus, farei de você uma pessoa extraordinária, eu, Jesus, farei de você uma pessoa diferente, eu, Jesus, transformarei você”.

Enquanto andamos com Jesus, em rendição e obediência, ele vai nos transformando. Isso é o evangelho. A religião diz que você tem de fazer isso, aquilo e aquilo outro. E você tenta, mas não consegue. Tudo o que você consegue é se frustrar, experimentar uma culpa muito grande e um senso de inadequação quase que absoluto diante de Deus. Jesus diz para você: “Venha comigo, eu transformo sua vida”.

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Referência do texto: KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 11.

Transcrição: Deivid Liberto

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

TALMIDIM 004

Palavra: Obediência

Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu que está dizendo isto, vou lançar as redes.
Lucas 5.5

Enquanto Jesus estava na praia ensinando a multidão, o coração de Pedro foi se enchendo de assombro e encantamento. Ele estava diante de um mestre jamais visto antes em Israel. Aos poucos Pedro vai reconhecendo a santidade e a majestade de Jesus. Pedro foi percebendo que, comparado a Jesus, ele não passava de um bonequinho de pano. Então Jesus dá uma ordem: “Leve o barco mais ao fundo e lance as redes”. Pedro responde: “Nós pescamos a noite toda, somos pescadores, conhecemos esse mar e podemos dizer que a maré não está para peixe, mas, como és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes”. O que é isso? Obediência.

                No discipulado de Jesus, a palavra obediência é fundamental. O reconhecimento da autoridade, da grandeza, da sabedoria, e principalmente, da distância entre aquilo que somos e aquilo que Jesus é deve nos conduzir a obediência. Obedecer a Jesus é a essência do discipulado. Ser um talmid de Jesus implicada o compromisso de obedecer a Jesus.

                Obediência é algo muito difícil. Lembro-me de quando tive de ensinar meus filhos a obedecer. Meu filho, por exemplo, me dizia que não era possível obedecer a uma ordem que ele não entendia ou com a qual não concordava. E eu me vi em dificuldades, porque no fundo, no fundo, ele tinha razão. Quando você obedece a uma ordem com a qual você concorda e uma ordem a qual entende, então você não está obedecendo, você está sendo razoável. Você esta sendo obediente quando diz: “Olhe, eu não entendi, ou não concordei, se entendi não concordei, mas porque reconheço sua autoridade, vou obedecer”. Foi como Pedro se comportou em relação a Jesus. Isso é obedecer.

                No seguimento de Jesus a obediência é essencial. Quem quer ser discípulo de Jesus, quem quer andar aos pés de Jesus, quem quer se deixar cobrir com a poeira dos pés de Jesus, precisa obedecer.

                É no caminho da obediência, reconhecendo a autoridade de Jesus, que somos transformados e nos tornamos pessoas exatamente iguais a ele. Enquanto não estivermos dispostos a obedecer, continuaremos sendo a mesma pessoa que sempre fomos. É no caminho da obediência que Jesus nos transforma e nos faz pessoas semelhantes a ele.

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Referência do texto: KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 10.
Transcrição: Deivid Liberto

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

TALMIDIM 003

Palavra: Distância

Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador! (Lucas 5.8)


A grande ambição de um discípulo é ser igual a seu mestre. A grande ambição de um talmid é ser igual a seu rabino. Essa também é nossa ambição como discípulos de Jesus. O que queremos é mais do que saber o que ele sabe ou fazer o que ele faz. O que queremos mesmo é nos tornar pessoas iguais a ele.

Quando nos encontramos com Jesus, a primeira consciência que adquirimos é a da absoluta distancia que existe entre nós e ele., entre quem é Jesus e quem nó somos. É essa a experiência de Pedro. Após uma noite inteira de tentativas frustradas de pesca, Jesus entra em seu barco e ordena que ele e seu irmão André lancem as redes. O resultado é uma pesca extraordinária. Então, ocorre uma mudança no coração de Pedro. É nessa hora que ele toma noção da grandeza e majestade de Jesus. Nesse momento Pedro cai ao chão e diz: "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!"

Essa distância que temos de Jesus não é uma distância meramente moral. Também não é uma distância de inteligência ou de poder e capacidade. Na verdade, essa distância é uma distância de ser, de natureza de ser, que os filósofos e teólogos vão chamar de distância ontológica. É mais ou menos a distância que existe entre um boneco e um homem, entre uma boneca e uma mulher. Ser pecador, como percebeu Pedro, não é uma questão de roubar ou não roubar, mentir ou não mentir, matar ou não matar. Esse conceito de pecado fala a respeito de comportamento, e trata de ética e moral.

O conceito de pecado na bíblia é um pouco mais profundo que isso. Na lei de Moisés o pecador era o que você fazia ou deixava de fazer. Jesus muda o enfoque e ensina que pecado é aquilo que você carrega dentro de seu coração, suas intenções, suas motivações - você pode matar não matar uma pessoa, mas, se a odeia, isso já é pecado. Paulo, porém, vai dizer o seguinte: pecado não é nem o que eu faço ou deixo de fazer, nem as intensões que tenho ou deixo de ter, pecado é o que eu sou. Ele grita desesperado: "Miserável homem que sou! Que me libertará do corpo sujeito a esta morte?" (Rm 7.24).

Foi para pessoas como Pedro, Paulo, você e eu que Jesus veio. Jesus veio, tornou-se um de nós, porém sem pecado, isto é, sem perder a pureza de sua natureza divina. Entre nós, Jesus nos chama para andar com ele, para que, andando com ele, sejamos completamente transformados, e a distância que faz de nós bonecos de pano diante do Homem de verdade, que é Jesus, deixe de existir. Um dia seremos pessoas iguais a ele.


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Referência do texto:
KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 9.

Transcrição: Deivid Liberto

TALMIDIM 002

Palavra: POEIRA

“Jesus subiu ao monte e chamou a si aqueles que ele quis, os quais vieram para junto Dele. Escolheu doze […] para que estivessem com Ele” (Marcos 3.13-1)

Os rabinos antigos tinham um ditado para os meninos talmidim: “Cubram-se com a poeira dos pés de seu rabino”. Um talmid deveria seguir seu mestre tão de perto, andando bem atrás dele, a ponto de, ao final do dia, estar coberto com a poeira dos pés do rabino.
O que os rabinos estavam querendo dizer é o seguinte: “Observe atentamente, ouça com atenção tudo o que seu mestre diz, não perca nenhum detalhe da vida de seu mestre, porque ele, o seu rabino, é o modelo do homem que você está se tornando.

Essa é a essência do discipulado de Jesus. Seguir a Jesus implica prestar atenção Nele, olhar atentamente para tudo o que Ele faz, ouvir o que Ele diz, perceber os milagres que Ele realiza, imaginar e dar atenção à maneira como Jesus se relaciona com Seu Pai, como fala com Ele, porque a grande ambição de um talmide ser igual a seu Mestre. Essa é nossa grande ambição: tornarmo-nos pessoas iguais a Jesus.

Quando me tornei discípulo de jesus, imaginei que fosse apenas mudar de religião, e que isso implicaria acreditar em algumas coisas nas quais antes eu não acreditava, ou então participar de determinados rituais religiosos dos quais antes eu não participava. Imaginei, inclusive, que a grande questão de meu relacionamento com Jesus era que eu deveria abraçar um novo código moral e que meu discipulado com Jesus era apenas uma questão ética. Além disso, eu imaginava que poderia contar com Seus favores para resolver meus problemas cotidianos, afinal, Jesus é mestre em milagres.

Mas com o passar do tempo, fui percebendo que o chamado de Jesus era muito mais profundo. Ele queria que eu me tornasse outro tipo de pessoa. Um tipo de pessoa exatamente igual a Ele. Foi por isso que, quando Jesus chamou seus discípulos, os chamou para que estivessem com Ele. Somente a proximidade gera intimidade. Na intimidade com Jesus somos transformados.
Para que sejamos talmidim de Jesus, para que sejamos seus seguidores, precisamos andar muito perto Dele. Precisamos deixar que a poeira dos pés de Jesus nos cubra.
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Referência do texto:
KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 8.

Transcrição: Deivid Liberto

TALMIDIM 001

Palavra: TALMIDIM

Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para suas almas. Pois meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mateus 11.28-30)

Os meninos em Israel começavam a estudar a Torá aos 6 anos. A Torá era a lei de Moisés, o Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Aos 10 anos, ao final do primeiro ciclo de estudos chamado Beit Sefer, esses meninos já haviam decorado o Torá. A partir daí alguns voltavam para casa e aprendiam o ofício da família, mas os que se destacavam continuavam num segundo estágio, o Beit Talmud. 

Continuavam frequentando a escola judaica e estudavam sob a orientação de um rabino, que os adotava para lhes ensinar mais profundamente a Torá e suas escolas de interpretação. Esses meninos extraordinários eram chamados de talmidim, plural da palavra hebraica talmid, que o Novo Testamento traduz como discípulo.

Os meninos talmid eram a elite intelectual de Israel. Aos 12 anos já haviam decorado todas as escrituras: os livros históricos, os livros poéticos, os livros de sabedoria, e todos os livros proféticos. Aos 14, debatiam a tradição oral, isto é, a interpretação dos rabinos a respeito da lei. Dedicavam a vida à discussão de como colocar em prática a lei de Moisés.

Cada rabino tinha sua forma de interpretar a Torá. O conjunto de regras e interpretações de um rabino era chamado de “o jugo do rabino”. Por exemplo, no tempo de Jesus existiam dois rabinos muito famosos e conceituados, Hilel e Shamai, e cada um possuía um jugo, isto é, uma interpretação do Torá, e seus talmidim. É exatamente nesse contexto que Jesus diz: “Eu também tenho um jugo, também tenho uma forma de interpretar o Torá, também tenho uma forma de dizer qual é a vontade de Deus, também tenho uma interpretação para lhes ensinar como Deus deseja que vocês vivam”.

Mas Jesus é diferente dos rabinos de sua época. Ele diz: “Os rabinos colocam sobre os seus ombros um jugo pesado, exigências absurdas, mas o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Ele faz um convite: Seja meu talmid, faça parte do meu grupo de talmidim. O convite de Jesus se estende a todos e não apenas aos extraordinários. Jesus convida pessoas como você e eu. Não importa quem você é, não importa a idade, sexo, classe social, o momento de vida em que você está, não importa seu passado, não importa nem mesmo sua religião. Jesus está chamando você para andar com ele e ser um de seus discípulos.


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Referência do texto:
KIVITZ, Ed René. Talmidim: o passo a passo de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2012. Página 7.

Transcrição: Deivid Liberto